A derrocada no Metropolitano (fotografias dos bombeiros)

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A circulação de comboios do Metropolitano de Lisboa continua interrompida no troço onde se verificou um desabamento provocado por obras à superfície, na Praça de Espanha.

A linha azul do Metropolitano está cortada nos troços Reboleira-Laranjeiras e Marquês de Pombal-Santa Apolónia.

Em conferência de imprensa hoje de manhã na Praça de Espanha, Vítor Domingues dos Santos, administrador do Metropolitano de Lisboa,  disse que está a aguardar aprovação do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) para que os trabalhos de reparação prossigam.

“Os trabalhos já se iniciaram, toda a limpeza foi efetuada, o comboio retirado e o buraco que tínhamos ontem já está tapado por baixo com cofragem.” O presidente do conselho de administração indicou que terá mais notícias a meio da tarde de hoje, após o desenvolvimento das operações do LNEC e a execução de trabalhos preliminares. “Não me quero comprometer com prazos, temos de olhar bem ao que se vai fazer. Estamos a trabalhar em pleno. Espero hoje à tarde definir um prazo com mais certeza do que agora”, referiu.

O transtorno para os utentes é uma das consequências deste acidente que, recorde-se, provocou apenas 4 feridos ligeiros. Foi uma sorte, se atendermos ao facto de que quando se verificou a derrocada passava no local um comboio com centenas de passageiros no interior.

Os passageiros estão a ser transportados numa articulação entre o Metro e a rodoviária Carris, através de um reforço das carreiras 746 e 726.

As fotografias que exibimos foram feitas por um elemento das equipas de socorro do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa e dos Bombeiros Voluntários de Campo de Ourique, que transportaram os feridos para o hospital e tiraram os restantes passageiros do interior do comboio.

As fotografias estão publicadas na página dos Bombeiros Voluntários de Campo de Ourique.

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