Covid-19: três mortos e uma “arma mortal”

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2011

Quando o Mundo assiste ao recrudescimento dos focos da pandemia covid-19 na Alemanha, em Espanha, EUA ou Brasil, e no dia em que se soube que há um funcionário da Assembleia da República infetado e vários em isolamento à espera de serem testados, a Direção Geral de Saúde apresenta um relatório com números “simpáticos” relativamente à evolução da pandemia em Portugal: três mortos e 111 novos casos, nas últimas 24 horas.

Segundo o relatório da DGS, as três mortes foram registadas em Lisboa e Vale do Tejo. Uma das vítimas tinha entre 60 e 69 anos, outra estava na faixa etária dos 70/79 anos e a terceira tinha mais de 80 anos.

Nas últimas 24 horas, o número de pessoas internadas baixou para 402, menos 12 do que na segunda-feira, e nos cuidados intensivos estão agora 41 pessoas (menos quatro).

Portugueses desenvolvem arma mortal para covid-19

Enquanto não há vacina, um grupo de pesquisadores portugueses, de Coimbra, inventou uma “arma” mortal para este covid-19. Uma “arma” que em um minuto mata quase todos os vírus que estejam no ar. Em cinco minutos, mata mesmo todos.

Os resultados deste invento já foram validados cientificamente. Basicamente, trata-se de uma tecnologia pioneira que emite radiação semelhante ao Sol, num sistema controlado de comprimentos de onda.

O grupo de cientistas da Universidade do Minho e médicos do Centro de Saúde de Oliveira do Hospital desenvolveram este sistema que ataca o coronavírus onde ele é mais frágil, ou seja, na exposição à radiação solar.

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